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Parte da equipe de Lula deve ser mantida pelo Planalto, diz coluna

Dois estudos que tratam da redução da estrutura a que Luiz Inácio Lula da Silva tem direito como ex-presidente da República já estão com o ministro Joaquim de Lima (Secretaria-Geral da Presidência).


Segundo a coluna do Estadão, do jornal O Estado de S. Paulo, nos dois casos, o petista mantém assessores mesmo enquanto estiver preso, mas em menor número. No primeiro estudo, há uma redução de oito para quatro o efetivo de servidores destacados para atender Lula. O segundo assegura ao ex-presidente o direito de continuar apenas com dois funcionários que ajudariam nas tarefas do Instituto Lula.


Ainda de acordo com a publicação, os staff de Lula custam hoje aos cofres públicos cerca de R$ 1,1 milhão por ano só com salários, sendo que as remunerações podem chegar a R$ 13 mil por mês. Despesas com viagens são cobertas pela União.


Atualmente, a presidência conta com 40 assessores à disposição de José Sarney (MDB), Fernando Collor de Mello (PTC), Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Dilma Rousseff (PT), além de Lula. A lei não prevê interrupção em caso de prisão do ex-presidente.